Encontro da astróloga com o arqueostronomista

A palestra mensal Bruxaria na Faferia da próxima quarta-feira (19), às 19h30, vai promover um debate que mistura monumentos megalíticos, oficinas líticas, sambaquis, arte rupestre, planetas e asteróides. Os convidados são a astróloga Ludmila Souza e o arqueostronomista Adnir Ramos, estudioso da astronomia praticada por povos pré-histórico por meio dos seus monumentos construídos pela observação dos astros.

Este é o segundo encontro do projeto, que ocorre na Faferia DNA de Arte. No caldeirão estarão dois assuntos que nos ajudam a entender melhor nossas questões como seres individuais e como integrantes de uma civilização. A entrada é gratuita.

A astróloga Ludmila Souza é membro da Central Nacional de Astrologia, jornalista com 30 anos de experiência. Considera astrologia um objeto de estudo permanente, é alguém que presta muita atenção em asteroides e ama ajudar pessoas a se conhecerem. Não abre mão dos pés no chão quando olha para as estrelas. Sua fala terá como tema os planetas e asteroides e as questões masculinas e femininas.

O arqueoastronomista Adnir Ramos é pescador da Barra da Lagoa, formado em biblioteconomia e antropologia. Descobridor dos alinhamentos megalíticos no estado de Santa Catarina, fundador e presidente do IMMA – Instituto Multidisciplinar do Meio Ambiente e Arqueoastronomia. Sua fala terá como tema os monumentos megalíticos e alinhamentos arquiastronômicos. A relação destes com os movimentos sociais nos último 12 mil anos neste planeta.

Bruxaria na Faferia tem o apoio da Pós-Graduação em Psicologia Transpessoal do IZen, da Pado In e dos Florais da Deusa. A coordenadora do projeto é a produtora cultural e terapeuta transpessoal Ana Lúcia Fernandez.

 

Fê Luz abre mostra na Faferia

Exposição “Território em Risco” faz reflexão sobre o sujeito e seu entorno

A poeta multimídia Fê Luz, que transita em diferentes linguagens artísticas, traz à Faferia DNA de Arte uma nova sequência de trabalhos em que desenvolve a palavra como reflexão e questionamento entre o sujeito e o seu entorno. É a série “Território em Risco”, que abrirá nesta próxima terça feira, 11 de abril, a partir das 19 horas.

O trabalho é um desdobramento da série de intervenções urbanas “Território Poético”, desenvolvida entre 2013 e 2016, onde frases e palavras foram reproduzidas em placas inseridas na cidade a partir de Stencil Art: As frases “seu sistema pode estar em risco”; “houve um imprevisto”; “há possibilidades”; “libere seu sistema original”, “zona de risco”, “zona de conforto”, são algumas delas e na exposição ganham outro formato.

Como continuidade desta investigação, que intensifica pequenos territórios de passagem, a exposição “Território em Risco” na Faferia ganha um novo suporte. Fê Luz imprimiu seus textos em materiais encontrados e apropriados do cotidiano, como cadeiras de praia, guarda-sol, espelhos, lâminas de madeira, entre outros, resultando numa série de trabalhos resignificados para o espaço interno de uma galeria. A mostra é integrada ainda por almofadas em parceria com a CM Gallery e postais da série antiga, ambas com as frases impressas, e seu último livro publicado, “verbalizações do amor em transe”, poesia.

De acordo com a artista, “a arte e o subjetivo na vida das pessoas e nos seus espaços de convívio são questões pertinentes ao diálogo sutil entre as palavras e os estados de existência”. A série questiona os espaços e seus domínios, na medida em que são permitidas novas possibilidades de leitura e vivência, e funciona como um manifesto poético, em sintonia com o momento em que vivemos. Nós e o que nos cerca, e a palavra como agente transformador e sensibilizador é uma das principais características do trabalho de Fê Luz.

Bacharel em Artes Plásticas pela UDESC (2002), ela completa este ano vinte anos de trajetória artística. É autora de três livros de poesia, com os dois primeiros premiados e vem trabalhando, principalmente com poesia sonora, videopoesia, intervenção urbana e seus múltiplos. Recentemente foi convidada, como única representante da poesia catarinense, entre três brasileiros apenas, para o evento “Raias Póeticas: afluentes afro-íbero-americanos de arte e pensamento”, em Portugal, que ocorre em maio deste ano.

O quê: Abertura da exposição “Território em Risco”, de Fê Luz
Onde: Faferia DNA de Arte. Rua Fernando Machado 261, centro, Florianópolis.
Quando: 11 de abril, terça-feira, às 19h. Visitação até 2 de maio. De segunda a sexta, das 10h às 12h e das 14h às 19h.
Quanto: entrada gratuita.

 

FAF comemora 35ª edição neste sábado

Feira de Arte de Florianópolis terá edição especial de aniversário

 

A Feira de Arte de Florianópolis, a FAF, realizada mensalmente na Casa do Teatro Armação, no centro da capital, comemora 35 edições neste sábado com uma programação especial, com música e artes visuais. Haverá o lançamento do projeto Pré-Livros, do Selo Patifaria, que são um convite para o leitor escrever sua história, inspiradas nas seis capas únicas feitas com carimbos de xilogravura.

 

A FAF vai abrir e encerrar a programação com música. Ao meio dia haverá o lançamento de um grupo de choro formado somente por mulheres. É o Choro Catarina, com Natália Livramento (violão de 7 cordas), Ana Russi (cavaco), Gika Voigt (acordeon), Mari Leonel (piano), Sílvia Beraldo (flauta e sax), Mariana Roncale (clarinete), Johanna Hirschler (flauta e voz), Júlia Magalheira (pandeiro), Cláudia Barbosa e Iasmin Franco (vozes). No repertório, Cabrochinha (Maurício Carrilho), Ingênuo (Pixinguinha e P.C.Pinheiro), Recenseamento (Assis Valente), Doce de Coco (Jacob do Bandolim), Velhos Chorões (Luciana Rabello e P. C. Pinheiro), entre outras.

 

A partir das 15h30, entra em cena o Bossa n’ Jazz Trio com um ritmo que vai do tempero brasileiro aos clássicos do jazz, mesclando estilos e idiomas, canções francesas e norte-americanas com doses de latin jazz .George de Farias (trompete), Wilson Souza (violão) e John Benedit (guitarra e voz) interpretam músicas que ficaram célebres nas vozes de Chet Baker, Louis Armstrong, Nat King Cole, Tom Jobim, João Gilberto entre outros.

 

No interior da casa, dez artistas vão expor seu trabalho, com obras em pintura, aquarela e gravuras. Na fachada do teatro, será exposta uma obra de Fê Luz, que abre a exposição “Território em Risco”, na terça-feira, 11 de abril, na Faferia DNA de Arte. Na rua, haverá a presença dos artistas Natália Oliani, Paulo Burani e Henry Peyloubet. O designer e ilustrador Cláudio Duarte vai fazer caricaturas para interessados. A feira ocorre das 11h ÀS 17 horas na Casa do Teatro Armação, na praça 15 de novembro, no centro de Florianópolis. Confira abaixo a programação completa.

 

SOBRADO CASA DO TEATRO

 

Artistas

 

2º piso
Paula Schlindwein
Adrien Bolpetti
Mayara Barbato
Rafael Campagnaro
Suellen Martins
CM Gallery (almofadas)

 

1º piso
Karina Segantini
Gislaine Pagotto
Louise Freire
Zulma Amorim
Guilherme Ribeiro

 

Obra da fachada do sobrado
– Fê Luz

 

RUA

 

Acessórios
– Alchemistycat
– Ana Terra

 

Livros
– Editora Caseira
– Lançamento do projeto Criação de Pré-livros do Selo Patifaria
– Sebo com livros da biblioteca do jornalista Celso Vicenzi a R$ 5,00

 

Artistas
– Natália Oliani
– Paulo Burani
– Henry Peyloubet

 

– Cláudio Duarte (caricatura)

 

Bebidas
– Wine bike do Terroir Catarina (Vinhos Quinta da Figueira, de Florianópolis)
– Chope Vodu e Armada

 

Música
– Lançamento do Choro Catarina, grupo formado por mulheres
– Bossa n’ Jazz Trio

 

Workshop gratuito com Paulo Burani

Paulo Burani

Paulo Burani vai falar sobre a pintura a óleo, uma técnica extremamente significativa na história da arte, com uma tradição de centenas de anos. O worskhop é indicado para pessoas interessadas e artistas que queiram conhecer a técnica ou aprimorar seus conhecimentos sobre o processo do óleo na pintura.

Burani vai discutir a técnica e as formas usadas por outros artistas e abordará o estudo básico da tinta à oleo: o suporte, fundo, sobreposição, camada gorda, solvente, diluente, médiuns (cera de abelha, óleo de linhaça, terebentina, secante de cobalto, verniz), pincel, espátula e veladura.

Ele vai trazer algumas de suas pinturas já prontas, e também outras inacabadas, e algumas ferramentas de trabalho. Vai mostrar e falar do processo de sua pintura e sua pesquisa sobre a imagem do inseto.

Nascido em Presidente Prudente/SP, Paulo Burani é formado em artes visuais pela Universidade do Oeste Paulista. Em 2007 realizou a primeira individual e a partir daí passou a produzir em série. Participou de exposições e ministrou oficinas e cursos durante seu percurso.

“A pintura que faço hoje é desdobramento de outras séries. O aperfeiçoamento técnico é fundamental para a elaboração do meu trabalho, faço do ateliê um laboratório, busco utilizar estas possibilidades de forma que elas me favoreçam.”

https://www.instagram.com/pauloburani/

http://pauloburani.blogspot.com.br/

https://www.facebook.com/galeriapauloburani/?fref=ts

Faferia amplia ateliês livres

 

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A Faferia DNA de Arte está com inscrições abertas para oito oficinas temporárias e quatro ateliês permanentes para abril. Os ateliês foram ampliados. Além de “Desenho” e “Aquarela”, a casa passa a oferecer “Escrita Feminina” e “Francês”.

 

O atelier de “Escrita Feminina” é inspirado em clubes de leituras como “Leia Mulheres” e “Maratonas de Escrita”. Até o final do ano, por meio deste ateliê, a Faferia vai promover a sua própria maratona.

 

O atelier de “Francês” é endereçado a quem deseja descobrir ou redescobrir a língua francesa e aprofundar conhecimentos já adquiridos. Iniciantes e iniciados são convidados a fazer um passeio pela história e pelas artes por meio de itinerários pré-estabelecidos.

 

Além das oficinas de “Bordado Contemporâneo”, “Retrato Fotográfico”, “Shibori” e “Encadernação”, que têm sido realizadas periodicamente pela Faferia, em abril estão sendo lançadas novas oficinas temporárias.

 

O ator Ivo Müller vem de São Paulo para ministrar em Florianópolis a oficina de “Prática de Interpretação” com abordagem prática, partindo do desafio onde ator e diretor estão sob a pressão da escolha: o teste de elenco.

 

Na oficina “Laboratório de Narrativas”, a professora Marta Martins levará o grupo de participantes a experimentar as possibilidades de narrativa através do uso da fotografia, do desenho e da escrita com uma brevíssima saída fotográfica, produção de pequenos textos e desenhos.

 

Em “Pintura Digital”, a artista Lu Bicalho vai compartilhar a experiência de suas técnicas de pintura digital com exercícios práticos, trabalhando com programas de criação e edição de imagens.

 

A programação completa do mês de abril pode ser conferida no site www.faferia.com. A listagem das oficinas e ateliês de abril vai abaixo. A Faferia está localizada na rua Fernando Machado, 261, no piso térreo do edifício Valparaízo. Funciona de segunda a sexta, das 10h às 12h e das 14h às 19h, e aos sábados das 11h às 17h. Além de espaço de cursos, é também galeria de arte e molduraria.

 

 

OFICINAS ABRIL

 

BORDADO CONTEMPORÂNEO

CAROL GRILO

1º DE ABRIL (SÁBADO)

DAS 14H ÀS 19H

Investimento: R$ 190

 

PINTURA DIGITAL

LU BICALHO

11, 13 e 18 DE ABRIL (TERÇA E QUINTA)

DAS 14H ÀS 17H

Investimento: R$ 250

 

PRÁTICA DE INTERPRETAÇÃO

Teste de elenco X Storytelling

IVO MÜLLER

12, 13, 14 DE ABRIL (QUARTA A SEXTA)

DAS 18h30 ÀS 22H

Investimento: R$ 300

 

AQUARELA CRIATIVA

LUIZA NORMEY

8 DE ABRIL (SÁBADO)

DAS 14H ÀS 19H

Investimento: R$ 190

 

ENCADERNAÇÃO

ALEPH OZUAS

22 DE ABRIL (SÁBADO)

DAS 9H30 ÀS 12H E DAS 13H30 ÀS 17H

Investimento: R$ 250

 

RETRATO FOTOGRÁFICO

CAIO CEZAR

18, 20, 25 E 27 DE ABRIL (TERÇAS E QUINTAS)

DAS 18h30 às 21h

Investimento: R$ 300

 

LABORATÓRIO DE NARRATIVAS

MARTA MARTINS

27 DE ABRIL (QUINTA-FEIRA)

DAS 10 ÀS 12H E DAS 14H ÀS 16H

Investimento: R$ 150

 

SHIBORI COM ÍNDIGO

ROBERTA KREMER

29 DE ABRIL (SÁBADO)

DAS 10H ÀS 12H30 E DAS 14H ÀS 18H

Investimento: R$ 300

 

ATELIÊS LIVRES

 

AQUARELA

JULIUS SCHADECK

TODA QUARTA – DAS 14H ÀS 17H30

Investimento mensal: R$ 260

 

DESENHO (duas turmas)

LU BICALHO

TODA SEGUNDA – DAS 14H ÀS 17H

TODA SEXTA – DAS 9H ÀS 12H

Investimento mensal : R$ 180

 

ATELIER LIVRE DE ESCRITA FEMININA

ELEONORA MIHAILOVA CASTELLI

RAFAELA DE MORAES

TODA TERÇA

DAS 9H30 ÀS 11H30

Investimento mensal: R$ 160

 

ATELIER LIVRE DE FRANCÊS

ELEONORA MIHAILOVA CASTELLI

INICIANTES – TODA SEGUNDA, DAS 9H30 ÀS 11H30

INICIADOS – TODA QUARTA, DAS 9H30 ÀS 11H30

Investimento mensal: R$ 180

Faferia recebe Rita Böhm

Rita Böhm. Faferia DNA de Arte_DivulgaçãoArtista alemã especialista em sumi-ê faz demonstração e ministra oficina na Ilha

A Faferia DNA de Arte recebe Rita Böhm no sábado dia 18 de março. A artista alemã fará uma demonstração de sumi-ê das 10h às 12h e ministra oficina das 14h às 17h.

Rita vive em Berlim, onde ensina a técnica em seu estúdio. Ela divulga o sumi-ê por meio de suas aulas, de performances e de exposições, tanto na Alemanha como no Japão e no Brasil e tem dois livros publicados sobre o tema. Sua última performance de sumi-ê no Brasil aconteceu em Belo Horizonte em 2014.

 

Sumi-ê é uma uma técnica de pintura oriental que surgiu na China no século II da era cristã. Da China o sumi-ê foi levado ao Japão onde tornou-se mais difundido. A palavra tem raiz japonesa e significa pintura com tinta. O sumi-ê é uma mistura de desenho com elementos de caligrafia, que também é uma arte para os orientais, e o artista trabalha sua pintura de modo resumido e sem equívocos. Daí dizer-se que é a arte do essencial. Talvez para atingir essa simplicidade que o sumi-ê é basicamente monocromático.

 

Rita nasceu em 1939 em Leipzig Alemanha. Em 1959 emigrou para trabalhar em escritórios internacionais de arquitetura no Marrocos, na França e na América do Sul. Em São Paulo trabalhou em seu próprio estúdio de Design e Decoração de Interiores por 25 anos.

 

Em 1965 conheceu Ryokan Tokuda, que tornou-se seu mestre de Zen Budismo da escola Japonesa Soto, e viajou várias vezes ao Japão, onde permaneceu por curtas e médias estadias. Em 1983 conheceu Massao Okinaka, que ensinava sumi-ê no Instituto de Cultura Japonesa de São Paulo, mestre que introduziu o sumi-ê no Brasil.

 

Em 1997 Rita abriu sua própria escola e, quando foi para os Estados Unidos em 1999, seus alunos mantiveram a tradição da pintura sumi-ê no Brasil. Ensinou na Califórnia e no Arkansas durante três anos e seus ex alunos passaram a ensinar depois disso.

 

Hoje ensina em seu estúdio de Berlim, Alemanha. Rita divulga o sumi-ê por meio de suas aulas, de performances e de exposições, tanto na Alemanha como no Japão e no Brasil.

 

A Faferia DNA de Arte fica na rua Fernando Machado, 261, piso térreo do edifício Valparaízo, centro de Florianópolis. Fone 3065-6534

 

 

Mais informações sobre a artista

http://www.sumi-e-berlin.de

https://www.youtube.com/watch?v=llRQ502E5g8&feature=youtu.be

 

Mais informações sobre sobre a oficina https://faferia.wordpress.com/cursos/marco/sumi-e/

 

Palestra e mostra sobre Bruxaria

A Faferia DNA de Arte, micro centro cultural localizado no centro antigo de Florianópolis, inicia nesta quarta feira, 15 de março, às 19h30, um ciclo de palestras mensais para quem gosta do universo das bruxas e da cura sob os múltiplos pontos de vista e possibilidades.  A cada edição, haverá também uma exposição artística. Nesta primeira quarta-feira, haverá uma mostra de fotos de Sérgio Vignes sobre o pesquisador da cultura açoriana Franklin Cascaes.

 

Para o primeiro encontro, a convidada é a escritora Bianca Furtado, que vai falar sobre a história de magia na Ilha de Santa Catarina a partir de seu romance histórico Brumas da Ilha, que se passa em meados do século 18, com a chegada dos açorianos na Ilha de Santa Catarina. “Em 1748 o termo bruxa era pejorativo, era um termo inquisidor, ao contrário de hoje, em que há até glamour em torno da figura das mulheres curandeiras, benzedeiras, parteiras, mulheres plantadoras de ervas, e que lidam com o sagrado feminino”, diz Bianca.

 

A exposição fotográfica apresenta 31 fotos de Sérgio Vignes. É o principal conjunto de fotos feitas com Franklin Cascaes, realizadas em 1982. Cascaes faleceu em 15 de março de 1983. Sérgio era estudante de engenharia na UFSC na época e fotografou o “bruxo” em sua casa/ateliê, na rua Júlio Moura, no centro da capital. As imagens foram captadas com uma Nikon F1, com película 400 ASA. O material foi exposto entre novembro e dezembro de 1983 no Museu de Arte de Santa Catarina, no Centro Integrado de Cultura (CIC), em homenagem a Cascaes.

 

“Será um momento importante, curativo e de resgate das nossas origens”, diz a coordenadora do projeto, a produtora cultural e terapeuta transpessoal Ana Lúcia Fernandez. Segundo ela, uma das principais motivações para este projeto é a situação geográfica e cultural de Florianópolis. “Nesta terra de tantas lendas se diz que as bruxas, em velhos tempos, voavam por toda a ilha, ora assustando pescadores e brincando com suas tarrafas, ora se entregando ao ofício da cura. Muita gente veio para cá buscando, além dos encantos geográficos desta Ilha, toda essa energia de magia que nos envolve, provocando uma mistura entre nativos e ‘estrangeiros’ que ampliou o universo místico ilhéu”, considera.

 

A entrada para a palestra é gratuita e a atividade tem o apoio do curso de pós-graduação em Psicologia Transpessoal do Instituto ZEN e do Florais da Deusa. A Faferia está localizada na rua Fernando Machado, 261, sala térrea do edifício Valparaizo.

 

 

Bianca Furtado sobre Brumas da Ilha

https://www.youtube.com/watch?v=qz8cn9zzsN4