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SUMI-Ê 

18 de março, sábado, das 14h às 17h, 3 horas, 10 alunos

Ministrante: Rita Böhm

 

RESUMO
“Sumi” significa tinta preta e “ê” significa caminho e também arte de pintar. No Sumi-ê a ideia de um objeto é expressa apenas com os traços mais significativos. A dança do pincel executa cada linha rápida e economicamente. Sem hesitação, sem modificação, sem correção – uma vez obtido, o resultado está além da manipulação. A pintura simplesmente existe. O Sumi-ê é uma arte subjetiva, não realista. Por meio da identificação com o objeto, o artista tenta representar seu conteúdo espiritual. Cada pincelada possui sua individualidade.

Qualquer pessoa que ame a natureza pode aprender a arte do Sumi-ê, não apenas artistas.

 

METODOLOGIA
Como toda arte japonesa (ou arte marcial) as técnicas são aprendidas por imitação. O mestre demonstra e em seguida os estudantes praticam. A cópia do trabalho de grandes mestres do sumi-ê é sempre parte do caminho e se os estudantes se interessarem, podem prosseguir pintando flores, pássaros e paisagens. Os estudantes são também encorajados a pintar motivos locais.

 

MATERIAL (será fornecido)
Para cada estudante haverá um pincel, que pode ser usado para todos os traços, mas quem tiver seus próprios pincéis pode trazer para usar também e assim verificar as potencialidades de cada tamanho e qualidade.

 

VALOR
R$ 250

NÚMERO MÍNIMO
5 ALUNOS

NÚMERO MÁXIMO
10 ALUNOS

 

QUEM É A MINISTRANTE

Rita Böhm foi aluna de Massao Okinaka, o mestre que introduziu o Sumi-ê no Brasil. Com ele conviveu como discípula e amiga durante 15 anos. Juntos realizaram exposições no Japão, na China, na Coréia e na Europa.

Rita nasceu em 1939 em Leipzig Alemanha. Em 1949 emigrou para trabalhar em escritórios internacionais de arquitetura no Marrocos, na França e na América do Sul. Em São Paulo trabalhou em seu próprio estúdio de Design e Decoração de Interiores por 25 anos.

Em 1965 conheceu Ryokan Tokuda, que tornou-se seu mestre de Zen Budismo da escola Japonesa Soto, e viajou várias vezes ao Japão, onde permaneceu por curtas e médias estadias.

Em 1983 conheceu Massao Okinaka, que ensinava Sumi-ê no Instituto de Cultura Japonesa de São Paulo. Em 1997 Rita abriu sua própria escola e, quando foi para os Estados Unidos em 1999, seus alunos mantiveram a tradição da pintura Sumi-ê no Brasil. Ensinou na Califórnia e no Arkansas durante três anos e seus ex alunos passaram a ensinar depois disso.

Hoje ensina em seu estúdio de Berlin, Alemanha, desde 2001. Rita divulga o Sumi-ê por meio de suas aulas, de performances e de exposições, tanto na Alemanha como no Japão e no Brazil. Tem dois livros publicados.

Sua última performance de Sumi-ê no Brasil aconteceu em Belo Horizonte em 2014.

 

http://www.sumi-e-berlin.de

 

INSCRIÇÃO

Pessoalmente, na Faferia, por depósito bancário enviando um e-mail para faferiadnadearte@gmail.com, informando nome e telefone, ou por meio do pagseguro.

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